23 formas para combater aumento do IVA no Ginásio

Após a decisão negativa do Governo em aumentar o IVA para 23% nos Ginásios em Janeiro 2011, sem pensar nas consequências prejudicais para o utilizador que frequenta esses espaços, que desta forma vêem aumentar o preço de um bem que é de primeira necessidade “Mens sana in corpore sano” – uma mente sã num corpo são, o que fazer como utilizador? Deixar de ir ao Ginásio? Fazer limpeza no Ginásio que frequenta, esperando que desta forma se obtenha um desconto? É claro, que qualquer uma das soluções mencionadas não será a mais apropriada, devemos sim tentar encontrar soluções para que possa continuar a utilizar o “vosso” Ginásio.

Numa perspectiva de utilizador / frequentador, eis uma lista de 23 formas de poupar, para que ninguém deixe de praticar exercício físico no seu espaço favorito:

  1. Frequente o Ginásio em horários off – peak, por norma os preços são mais económicos, conseguindo também uma maior disponibilidade dos técnicos e dos aparelhos.
  2. Se não puder pagar mensalidades nas quais tenha acesso a todos os serviços e a frequentar todos os dias da semana, opte por mensalidades mais em conta, não se esquecendo de intensificar os seus treinos.
  3. Leve consigo água ou a bebida energética de casa, conseguido assim um preço mais económico do que comprado em outro local.
  4. Evite serviços pagos extra no Ginásio.
  5. Aproveite os descontos efectuados pelo Ginásio.
  6. Compre vestuário de desporto economicamente mais barato (o Ginásio é para treinar e não para fazer desfiles de moda).
  7. Vá ao Ginásio em transporte público evitando assim custos maiores.
  8. Corra até ao Ginásio, quando chegar terá o aquecimento feito e poupado no transporte.
  9. Partilhe o transporte com o parceiro de treino.
  10. Intensifique os treinos, para não ser necessário utilizar suplementos alimentares.
  11. Evite comprar revistas de fitness / musculação, consulte as disponibilizadas no Ginásio.
  12. 12. Resista à tentação de comer constantemente fora, evitando assim gasto maiores.
  13. Tome o pequeno-almoço e lanche em casa é mais económico, e mais saudável podendo adaptar os mesmos ao seu tipo de treino.
  14. Deixe de comprar produtos adelgaçantes, substituí-os por exercícios mais intensos.
  15. Registe sempre os seus treinos para obter melhores resultados.
  16. Em caso de tratamentos de lesões, opte por centros fisioterapia ou recuperação Municipais ou Públicos, são os mais económicos.
  17. Aproveite as ofertas culturais gratuitas, são boas a maior parte das vezes e não custam nada.
  18. Se gosta muito de ir ao cinema, vá nos dias em que as sessões são economicamente mais baratas.
  19. Tente colocar de parte alguns trocos, resistindo a tentação de lhe tocar, vai ver que terá o dinheiro extra no fim do mês para ir ao Ginásio.
  20. Reduza a despesa com os telemóveis e meios de comunicação.
  21. Tome banho depois do treino sempre que possível no espaço que frequenta, poupa nas facturas do fim do mês (água, luz e gás).
  22. Evite treinos muito prolongados “Time is Money “ – tempo é dinheiro.
  23. Se tudo isto não resultar, pense em novas formas de poupar, para que assim não deixe de ir ao Ginásio.

Com pouco esforço o seu corpo irá agradecer!

Prof. Carlos Pinto

Prof. Carlos Pinto

carlospintoedfisica@sapo.pt

 

É possível uma equipa à Mourinho no seu ginásio?

Image via Wikipedia

“A melhor maneira de tu motivares os outros és os outros perceberem a tua própria motivação. É eles perceberem que tu estás motivado todos os dias, que trabalhas com alegria, com dedicação, com motivação, que dás o máximo. É eles verem que, mesmo nos momentos mais difíceis e mais complicados, tu apresentas ainda mais vontade, mais níveis de motivação e de confiança. (…) O líder tem de ter uma força psicológica grande, porque os que são liderados alimentam-se da motivação, dos princípios e dos valores do líder.”

Olhando para esta afirmação de Mourinho à revista Visão, percebe-se que a chave deste treinador de sucesso para atingir o factor tão desejado “motivação” da sua equipa, parte do seu próprio exemplo, a sua própria motivação é o motor, e isso é transmitido à sua equipa. Permite-nos reflectir também, a importância, neste estilo de liderança, sobre o papel activo, influente, interventivo que o treinador assume no desempenho da sua equipa.

Enquanto director, coordenador de um ginásio, sente que o seu comprometimento, empenho e motivação são contagiados à sua equipa? Como gere as suas flutuações de empenho, ao longo da semana? Será que existem necessidades em diferentes grupos de trabalho? De que forma as gere no seu dia-a-dia? Na sua equipa os papéis dos seus elementos estão bem definidos, todos sabem o que fazer?

Estes são os desafios que Mourinho, e qualquer líder com responsabilidades sobre uma equipa, seja líder de uma equipa de colaboradores, líder de uma sala de cardio-musculação, líder de aulas de grupo, enfrentam. Desafios que foram percepcionados, durante muito tempo, como “pormenores” mas que estes exemplos mediáticos de sucesso (como a figura de Mourinho), acabam por demonstrar que é o trabalho nestes “pormenores” (o treino de competências individuais e de equipa como a comunicação, capacidade de gestão de conflitos, o trabalho em equipa) que distinguem bons desempenhos de desempenhos excelentes.  

Num contexto actual, onde a palavra crise é emergente, (o poderoso Real Madrid de Mourinho, nega a compra de um 9 a Mourinho), o importante, citando o próprio, em declarações ao diário Marca, é: “… dedicar-me ao que tenho de me dedicar.”; Aproveitando esta afirmação, o principal desafio é aproveitar os recursos e competências de cada elemento da equipa, olhar para dentro, para os “pormenores”, conhecer os seus pontos fortes, os da sua equipa, e OPTIMIZÁ-LOS. Bem como, IDENTIFICAR OS PONTOS MAIS FRACOS, TOMAR CONSCIÊNCIA da sua existência e implicações de forma a INICIAR ACÇÕES no sentido da melhoria desses elementos mais fracos.

Catarina Barriga Negra

Cristina Oliveira

Aumento do IVA nos ginásios

Está previsto que o IVA nos ginásios aumente de 6 para 23%. Um aumento de 17% que se irá reflectir nos custos dos operadores e muito provavelmente no preço final que os clientes terão de pagar.

Há uns meses atrás, após uma luta política, conseguiu-se que o IVA baixasse de 21 para 5%, ou seja, uma descida de 16%. Se tudo tivesse funcionado de forma adequada, os clientes teriam visto as suas mensalidades ou anuidades baixar numa percentagem similar aquilo que se prevê subam agora. Mas, na prática, a maioria dos clubes não baixaram os preços aos clientes. Apenas um número mínimo de operadores baixou os preços (apenas me recordo de um exemplo) e alguns ginásios resolveram manter os valores e utilizar o “excedente” para investir. Investiram sobretudo em equipamento e instalações, esquecendo-se do maior activo que possuem: os seus recursos humanos. Continuaram a esquecer-se que vendem actos humanos, vendem serviços e por isso, deveria ser no pessoal o seu maior investimento, quer em termos de dinheiro quer em termos de tempo disponibilizado ou melhoria da competência profissional, da capacidade de produção e de um trabalho de equipa melhor coordenado e liderado.

Sabemos das dificuldades de gerir espaços como os ginásios onde as rendas são elevadas, os investimentos materiais enormes e cada vez mais exagerados face às exigências do mercado (treinei em mais de 60 ginásios em 10 países diferentes e posso opinar que o nosso País possui instalações requintadas e bastante caras ao nível Europeu). Por outro lado temos as grandes dificuldades de liderar grupos de pessoas (sócios e staff) e controlar a qualidade dos bens intangíveis que vendem. Talvez seja este o momento ideal para cuidarem dos seres humanos, para se preocuparem mais em liderar em vez de gerir meticulosamente rendas, activos e cashflows cada vez mais pequenos dado o reduzido número de sócios e o gigantesco abandono de clientes. Essa fraca retenção que está directamente relacionada com factores humanos, com a relação sócio-funcionário, a relação sócio-sócio, só poderá ser corrigida quando nos centrarmos de uma vez por todas no desafio: adesão ao exercício físico a longo prazo e na oferta de soluções para os problemas de estilo de vida das pessoas, através das formas de movimento que vendemos nos ginásios.

Agora sim, basta de comprar máquinas inúteis, pouco funcionais, que dificilmente se adaptam às nossas senhoras de 160cms de estatura, basta de construir tanques aquáticos que sugam a rentabilidade das actividades de grupo apenas para oferecer um serviço adicional. Chega de concorrer directamente com as grandes cadeias oferecendo 5 aulas semanais de marca registada contra 150 dos grandes grupos empresariais. Basta de contratar pessoal pelos diplomas sem qualquer avaliação de atitudes e valores. Chega de gerir pessoas e tratá-las como números. Basta de instrutores estilo guardas de máquinas, contadores de repetições, fomentadores de intimidades, actinas e miosinas ou puros recepcionistas de sala. Chega de abandonar os clientes sem registos de treino diários, sem objectivos de treino, sem os cumprimentar, acompanhar e comprometer para sessões futuras. Basta de enganar os clientes com pseudo sessões de treino personalizado que mais não são do que treino “pronto-a-vestir” de oferta limitada, sem resultados, com umas cócegas obrigatórias nos músculos.

Não admira que os clientes estejam fartos de tanta ilusão, tanta promessa oca de alterações estéticas miraculosas. Aquilo que podemos fazer pelos clientes é ajudá-los a mudar a sua funcionalidade e contribuir para a mudança de estilo de vida a partir do momento que incorporam o exercício físico no seu dia a dia. Mas para isso temos de fazer subir o exercício físico na escala de valores de cada pessoa. É óbvio que a generalidade da população tem na sua lista de tarefas a ida ao ginásio em último lugar, trocando-a por qualquer outra actividade por pouco interessante e mais cara que seja. Mas não são os factores pessoais, não é o preço, as instalações, as máquinas e o tempo disponível que marcam a diferença na adesão.Temos vindo a trabalhar anos a fio sobre essas falsas desculpas. Aliás, como gestores, donos de ginásios agrada-nos a ideia de ter um bode expiatório para deixarmos as pessoas, para nos interessarmos mais pelo lado material da coisa. Uma desculpa para deixarmos de ser professores e nos transformarmos em coordenadores que passam todo o tempo atrás de uma secretária. Que ironia! Professores de educação física! Que ironia! Trabalhar com movimento, com actos humanos, com pessoas e não contactar com elas, não liderar, deixar o terreno por completo e ficar atrás do PC. Que contradição! Basta de desculpas!

Por estes dias, os ginásios reúnem-se, conversam, sondam, falam com consultores, líderes de opinião. A Associação de Ginásios de Portugal continua, como sempre, proactiva e dinâmica na defesa dos interesses dos seus associados. A tensão é grande.

Muitos clubes aguardam pelas decisões dos seus pares. Esperam sobretudo a decisão das grandes cadeias para ver como estas influenciam o mercado. Deixando os seus clientes ansiosos por saber o que se vai passar com eles. Algo pouco recomendável. Imaginem-se na pele de utilizador de um ginásio sem saber se os preços vão subir, se há aulas que vão encerrar, se há piscinas que vão deixar de funcionar. Alguns ginásios terão de suportar mensalmente valores consideráveis de subida de IVA no seu orçamento. Mas não podem ficar indecisos.

A maioria dos ginásios não tem moral para subir os preços devido ao seu procedimento a quando da descida do IVA, por isso não acredito que o façam. Se o fizerem será o fim da sua credibilidade já anteriormente magoada. São valores universais, princípios básicos que gerem as relações humanas e como tal, não acredito que os clientes destes clubes tolerem que um ginásio que não baixou preços nem lhe ofereceu valor adicional ,vá agora, com a desculpa da subida do IVA subir os preços dos seus serviços.

A falta de confiança no sector sempre foi um problema da indústria do fitness. Os médicos mandam as pessoas nadar em vez de recomendarem outras actividades de ginásio mais importantes e que poderiam dar melhores resultados aos seus pacientes. Os ginásios continuam parecidos com discotecas quer pela música quer pela faixa etária com que trabalham, as conotações negativas dos personal trainers e de relações interpessoais pouco decentes, não abonam aos olhos da sociedade. A imagem de que, só os bem acondicionados e esteticamente apelativos frequentam estes locais, também não ajuda para uma maior penetração do mercado dos sedentários, ainda que estes reconheçam os benefícios do exercício físico e que a população saiba na generalidade que a inactividade é o factor de morte número um em todo o mundo.

Também estou certo que, os ginásios que mantiverem os preços terão de qualquer forma uma vantagem competitiva que compensará certamente a perda financeira, pois poderá traduzir-se numa manutenção do seu conjunto de sócios. Não digo que estes aumentem, pois, com as baixas taxas de retenção é uma delícia poder dizer que em cada 10 pessoas que se inscreveram mantivemos 9. Mas a ver por aquilo que se passou em 2008, quando o IVA baixou 15% e os maiores grupos de ginásios do país até aumentaram os seus preços, já não me admiraria que aumentassem de novo os valores a cobrar aos clientes, o que resultaria numa oscilação positiva muito significativa para os clubes dados como exemplo.

Alguns clubes poderão ter de remodelar instalações, ou abdicar de algumas das suas áreas para baixar custos. Mas terão de agir rapidamente e têm até a oportunidade de surpreender o mercado antes de todos os outros que se encontram na expectativa. Acredito até, que parte da solução passe por despedir professores, por simplificar alguns processos de funcionamento para rentabilizar o tempo de trabalho. É esse investimento que deveria ter sido feito: nas operações de funcionamento.

Sabemos que os custos com pessoal ocupam a grande fatia dos orçamentos. Mas os incentivos ao pessoal não passam exclusivamente pelo lado monetário… Existem outras formas de motivação e valorização.
Parece-me que pela primeira vez haverá ginásios que não irão atrás dos carneirinhos e tomarão decisões pessoais, traçarão definitivamente o caminho mais adequado para eles próprios. Talvez assim deixem de agir como suicidas ao investir na mesma oferta das grandes cadeias e da concorrência. A diferença terá de se marcar pelas actividades e pela relação humana em vez da cor das instalações ou da marca de máquinas de musculação.

Como sempre investi na retenção de sócios, no trabalho a longo prazo e na satisfação dos clientes actuais como estratégia de marketing, aqui fica a minha contribuição activa para a melhoria e o sucesso destes espaços que frequento e onde trabalho há mais de 20 anos.

Mas o mais importante é mudar de estratégia para conseguir resultados diferentes. Não se pode continuar com a mesma filosofia de trabalho, porque só os melhores sobreviverão. Está na hora de confirmar a confiança dada pelas autoridades a quando da descida do IVA, então sob o pretexto de aumentar a prática de actividade física no país e reduzir custos com segurança social.

Agora é a hora! Chegaram as oportunidades para as grandes mudanças!

50 acções para fazer crescer o seu ginásio

  1. Adquirir um medidor de pressão arterial e realizar algumas actividades em torno do aparelho: dia mensal de medição da pressão arterial, palestra anual sobre a hipertensão e exercício, criar um folheto sobre a pressão arterial onde esteja o logo e o contacto do ginásio, etc.
  2. Agendar periodicamente (mas não de forma rotineira), sessões de treino de funcionários (abordar os temas dos: procedimentos, problemas de serviço, falhas no sistema, etc.).
  3. Dedicar um mês a um tema relacionado com serviço a clientes e exigir aos funcionários maior atenção a esse tema (ex: comunicação, lidar com reclamações, escuta activa…)
  4. Criar o diário de vida do ginásio (definir os itens a incluir).
  5. Definir um local para expor todas as memórias do clube (fotos de momentos importantes e de eventos especiais, bem como de certas comemorações; os chamados “elementos culturais”).
  6. Inscrever-se no próximo campeonato de remo indoor e aderir às actividades gratuitas dinamizadas pela Concept II.
  7. Dinamizar um blogue na Internet onde os sócios apareçam com frequência. Aqui ficam 3 websites de ginásios considerados como bons exemplos ao nível da retenção e serviço:
    1. www.ghfc.com
    2. www.acac.com
    3. www.myfrancos.com
  8. Criar um portfolio com o registo de todos os momentos importantes do clube, todas as datas comemoradas, todos os objectivos atingidos (divulgar alguns desses momentos no local de exposição do clube definido para o efeito).
  9. Divulgar os recordes do ginásio (seja em termos de performance, longevidade, frequência, grandes feitos, etc.).
  10. Realizar um curso de primeiros socorros para todos os funcionários do clube.
  11. Incentivar todos os funcionários a frequentarem um programa de exercício regular.
  12. Incentivar todos os funcionários a experimentarem TODAS as actividades e serviços do clube.
  13. Simplificar todo o tipo de procedimentos do ginásio.
  14. Assinalar dias/datas especiais do calendário (ver: http://civica.wordpress.com/datas-importantes/)
  15. Editar uma newsletter mensal. Basta apenas uma folha (duas páginas) para começar.
  16. Criar a equipa da diversão (um conjunto de funcionários, podendo ser rotativo ou não) para manter alegria e brincadeira todo o dia no clube, sem perder os princípios fundamentais de treino e sem “abandalhar” o sistema.
  17. Acreditar nas pessoas (sejam funcionários ou clientes).
  18. Ser diferente dos outros ginásios pela relação com os clientes e não apenas nos logotipos ou instalações.
  19. Definir os seus próprios standards de serviço, de atendimento, de performance (definir o que é ser bom, o que é fazer bem no nosso clube).
  20. Manter os sistemas de funcionamento simplificados. Os sistemas de controlo e todos os outros sistemas implantados no clube deverão ser flexíveis e muito simples.
  21. Ser maior nem sempre é melhor: não confundir quota de mercado com lucro. Nem sempre o clube que tem mais sócios é o que factura mais. Nem sempre o clube que tem mais sócios é aquele que perdura no tempo.
  22. Quando o sucesso é um facto, não se pode esquecer que há sempre detalhes para melhorar.
  23. Concentre-se no desenvolvimento dos pontos fortes e no controlo dos pontos fracos.
  24. Liderar através do exemplo.
  25. Cumprir sempre as promessas pessoais e do clube perante os clientes.
  26. Demonstrar interesse e preocupação para com as pessoas. É mais importante do que os conhecimentos técnicos que temos.
  27. Praticar a escuta activa.
  28. Contratar pessoas com sentido de humor.
  29. Contratar pessoal pela atitude e não pelos skills (estes podem ser treinados e melhorados).
  30. Tratar toda a gente com carinho e igual respeito; nunca se sabe com que se está a falar.
  31. Acabar com a burocracia: terminar com as reuniões desnecessárias, minimizar o papel e simplificar a comunicação interna (entre funcionários) e externa (entre o clube e os potenciais clientes, entre o clube e os clientes, entre o clube e a comunidade, entre o clube e os media).
  32. Antecipar situações inesperadas.
  33. Ser flexível: ajustar procedimentos e regras para melhorar a relação com funcionários e clientes.
  34. Lidar com pessoas, não com cargos que ocupam.
  35. Actuar como se fosse o dono do ginásio.
  36. Não actuar como uma vítima. Há sempre algo que podemos fazer para marcar a diferença.
  37. Confiar nos outros. Isso dir-lhes-á que você é de confiança e eles actuarão em conformidade.
  38. Valorizar os funcionários.
  39. Dar mais responsabilidade às pessoas para desenvolverem os seus pontos fortes e para crescerem.
  40. Traçar novos caminhos em vez de simplesmente imitar os outros.
  41. Preparar as pessoas para tomarem decisões definindo claramente a cultura do clube, a visão e os valores (os seus e os do clube (por ex: se valoriza a saúde e funcionalidade, deverá evitar grandes apelos à estética e toda a gente deverá actuar em conformidade).
  42. Alinhar os sistemas, políticas e práticas com os seus valores.
  43. Medir, recompensar e reconhecer os funcionários que protegem e promovem a cultura (valores, rituais, mitos, crenças, memórias, símbolos, etc) da empresa.
  44. Desenvolver um sincero interesse em cada membro da empresa (cada membro da família).
  45. Criar um grupo responsável por promover e proteger a cultura organizacional do ginásio.
  46. Tornar-se um contador de histórias para a sua empresa e para a sua família.
  47. Utilize as celebrações para criar memórias.
  48. Faça com que as celebrações reconheçam as coisas importantes, aquilo que valoriza.
  49. Deixe que as celebrações ofereçam a oportunidade às pessoas de dizerem olá e adeus (dar as boas vindas aos novos que chegam e desejar boa sorte aos que partem para outro local). Isto aplica-se a funcionários e clientes.
  50. Utilize as celebrações para construir relacionamentos interpessoais.

Mais Leituras

  • Almeida, S. (1993). Cliente nunca mais, 7ª ed. Salvador: Casa da Qualidade.
  • Almeida, S. (1995). Cliente eu não vivo sem você. Salvador: Casa da Qualidade.
  • Carlaw, P. & Deming, V. K. (1999). The big book of customer service training games. New York: McGraw-Hill.
  • Croce, P. (2004). Lead or get off the pot! New York: Fireside.
  • Freiberg, K. & Freiberg, J. (1998). Nuts! Southwest Airlines’ Crazy Recipe for Business and Personal Success. New York: Broadway Books.
  • Harris, J. (1996). Getting employees to fall in love with your company. New York : AMACOM.
  • Lundin, S., Christensen, J., Paul, H. & Strand, P. (2004). Fish! Ou a arte de motivar. Lisboa: Presença.
  • Michelli, J. (2008). The New Gold Standard: 5 Leadership Principles for Creating a Legendary Customer Experience Courtesy of the Ritz-Carlton Hotel Company. New York: McGraw-Hill.
  • Peters, T. (1999). The brand you50: fifty ways to transform yourself from an “employee” into a brand that shouts distinction, commitment, and passion! New York: Borzoi Book.
  • Peters, T. (1999). The professional service firm50: fifty ways to transform your department into a professional service firm whose trademarks are passion and innovation! New York: Borzoi Book.
  • Plummer, T. (1999). Making money in the fitness business. Los Angeles: Fitness Management Books.
  • Plummer, T. (2003). The business of fitness: understanding the financial side of owning a fitness business. Monterey: Healthy Learning.
  • Snow, D. (2008). Lessons from the Mouse: A Guide for Applying Disney World’s Secrets of Success to Your Organization, Your Career, and Life. DC Press.
  • Spector, R. (2001). Lessons from the Nordstrom way. New York: John Wiley & Sons.