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Archive for the ‘Psicologia da Actividade Física’ Category

Curso de coaching com Joaquín Dosil

Maio 5, 2010 Paulo Sena 1 comentário

A Força do Coaching: – será que as pessoas podem mudar? INSCREVA-SE!

segunda-feira, 17.05.2010

Hotel Tryp Porto Expo, Leça da Palmeira

A essência do coaching consistiria em libertar o potencial de uma pessoa para aumentar ao máximo o seu desempenho, ajudando-a a aprender em vez de ensinar. John Whitmore

Curso: A força do Coaching

Conseguimos por razões extraordinárias a oportunidade de ter connosco uma pessoa que alia a sua formação académica na área do comportamento humano à uma experiência no terreno na mudança de comportamentos. Não é fácil ter um orador que consiga uma boa ponte entre o ideal e o real, entre a teoria e a prática. O consagrado Prof. Joaquín Dosil irá ministrar um curso de coaching diferente de tudo aquilo a que estamos habituados. Na sua prática, os resultados são muito importantes. Na nossa prática, o que queremos é mudar para melhor. Queremos também… Sucesso! Assim, temos a pessoa ideal para nos ajudar nesse sentido. Não percam esta oportunidade!

OBJECTIVO

No final do curso os participantes terão à sua disposição ferramentas de coaching para aplicarem no seu trabalho profissional diário: liderar pessoas.

A QUEM SE DESTINA:

Directores, gerentes, treinadores, líderes e qualquer profissional que tenha pessoas a seu cargo.

CONTEÚDOS

  1. Sou um bom chefe?
  2. O desafio do executivo: mudar atitudes
  3. Motivar os meus funcionários
  4. Comunicação eficaz: discurso 100%
  5. Vai ser sempre um trabalhador conflituoso?
  6. Posso ter facilmente uma atitude positiva?
  7. Problema: obstáculo ou desafio?
  8. Incluindo o coaching no meu dia-a-dia

INFORMAÇÃO

  • Data: 17 de Maio de 2010
  • Duração: 8 horas
  • Horário: das 9 às 13 e das 15 às 19
  • Preço: 200 euros
  • Lugares limitados
  • Local: Hotel Tryp Porto Expo, Leça da Palmeira (junto à Exponor)

CONTACTO e INSCRIÇÕES

Paulo Sena

paulo.sena@qcoach.es

Telemóvel: 933310429 ou 919398330

www.qcoach.es

O NOSSO CONVIDADO

Joaquín DosilJOAQUÍN DOSIL

Doutorado em Psicologia.

Professor na Universidade de Vigo.

Presidente da Sociedad Iberoamericana de Psicologia do Desporto, com mais de 25 países membros.

É coach de políticos, executivos e empresários. Considerado por muitos como um dos melhores especialistas mundiais no coaching dirigido a melhorar as pessoas (desenvolvimento profissional e pessoal). No coaching desportivo trabalha com treinadores profissionais de futebol, como Miguel Ángel Lotina (Deportivo de La Coruña) e com pilotos de Fórmula 1 ou Motogp, destacando-se o seu trabalho com Jorge Lorenzo (2 vezes campeão mundial de 250cc).

Autor de 17 livros sobre psicologia desportiva, entre eles “Psicología de la actividad física y del deporte” da McGraw-Hill, importante referência nos países de Língua Espanhola e “The Sport Psychologist´s Handbook” da Willey, actualmente manual em todo o mundo do coaching desportivo. Tem sido convidado para falar em várias conferências e congressos internacionais de coaching e psicologia do desporto em mais de 16 países.

INSCREVA-SE!

Barreiras para o exercício físico

As barreiras para o exercício físico são consideradas como um factor negativo determinante na participação em programas de exercício físico (Weinberg e Gould, 2006). No entanto, nem sempre as barreiras são reais, por vezes são apenas uma percepção errada da realidade. Vejamos o caso da falta de tempo, o factor mais citado como barreira para a manutenção da prática regular de actividade física (Brownson, Baker, Housemann, Brennan, e Bacak, 2001; Tahara, Schwartz, e Silva, 2003; Weinberg e Gould, 2006; Canadian Fitness and Lifestyle Research Institute, 1996). O tempo necessário para realizar actividade física de forma regular e obter alguns benefícios para a maioria dos indivíduos, resume-se a 30 minutos diários de actividade física moderada a intensa em 5 ou mais dias por semana (Blair, La Monte, e Nichaman, 2004). Se o indivíduo optar por um tipo de actividade mais vigorosa, podemos até reduzir esse tempo a 90 minutos semanais. Claro que, a isso teremos de adicionar o tempo de deslocação e preparação da actividade. Ou seja, não é propriamente “demasiado tempo”. Talvez seja mais uma questão de gestão do tempo, de disponibilidade de equipamento ou instalações, ou de conhecimentos sobre actividade física.

As pessoas que vivem em áreas onde existem mais infra-estruturas para a prática de actividade física têm maior probabilidade de realizar actividade física moderada ou intensa em comparação com pessoas que residem em áreas onde há menos infra-estruturas (Addy, Wilson, Kirtland, Ainsworth, Sharpe, e Kimsey, 2004; Bourdeaudhuij, Sallis, e Saelens, 2003; Sallis, et al., 1990; Sharpe, Granner, Hutto, e Ainsworth, 2004) Tappe, Duda e Ehrnwald (1989), identificaram diferenças nas barreiras que impedem os estudantes do ensino secundário de se exercitarem. As barreiras fundamentais eram os constrangimentos de tempo, condições climatéricas inadequadas, escola e trabalho de escola e a falta de interesse ou falta de desejo. As barreiras mais importantes para a actividade física recolhidas num estudo realizado pelo Canadian Fitness and Lifestyle Research Institute, (1996), eram do tipo pessoal: falta de tempo (69%), falta de energia (59%) e falta de motivação (52%). Menos peso parecem ter as de índole social: ausência de um parceiro de treino (21%), programas insuficientes (19%) e ausência de apoio (18%) (ver Tabela 1). Estes resultados confirmam-se por outros autores como Brownson, Baker, Housemann, Brennan, e Bacak (2001), que mencionam a falta de tempo, sentir-se cansado, ter suficiente exercício no emprego e a falta de motivação para fazer exercício.

Tabela 1

Barreiras Para a Actividade Física

Barreira Percentagem (%) Tipo
Grandes barreiras
Falta de tempo 69 Pessoal
Falta de energia 59 Pessoal
Falta de motivação 52 Pessoal
Barreiras moderadas
Custo excessivo 37 Pessoal
Doença/lesão 36 Pessoal
Ausências de instalações próximas 30 Ambiental
Sentir-se desconfortável 29 Pessoal
Ausência de habilidade 29 Pessoal
Medo de lesão 26 Pessoal
Barreiras menores
Ausências de locais seguros 24 Ambiental
Ausência de cuidados para crianças 23 Ambiental
Ausência de um parceiro 21 Ambiental
Programas insuficientes 19 Ambiental
Ausência de apoio 18 Ambiental
Ausência de transporte 17 Ambiental

Referências Bibliográficas

Addy, C.L., Wilson, D.K., Kirtland, K.A., Ainsworth, B.E., Sharpe, P., e Kimsey, D. (2004). Associations of perceived social and physical environmental supports with physical activity and walking behavior. American Journal of Public Health, 94, 440-443.

Blair, S., La Monte, M., e Nichaman, M. (2004). The evolution of physical activity recommendations: how much is. American Journal of Clinical Nutrition, 79, 913S-920S.

Bourdeaudhuij, I.D., Sallis, J.F., e Saelens, B. (2003). Environmental Correlates of Physical Activity in a Sample of Belgian Adults. American Journal of Health Promotion, 18, 83-92.

Brownson, R., Baker, E., Housemann, R., Brennan, L., e Bacak, S. (2001). Environmental and policy determinants of physical activity in the United States. American Journal of Public Health, 91, 1995-2003.

Canadian Fitness and Lifestyle Research Institute. (1996). Barriers to physical activity. Progress in prevention, Bulletin no. 2. Restaurado Julho 5, 2007, de http://www.cflri.ca/pdf/e/pip04.pdf.

Sallis, J., Hovell, M., Hofstetter, C., Elder, J., Hackley, M., Caspersen, C., et al. (1990). Distance between homes and exercise facilities related to frequency of exercise among San Diego residents. Public Health Reports, 105, 179-185.

Sharpe, P., Granner, M., Hutto, B., e Ainsworth, B. (2004). Association of environmental factors to meeting physical activity recommendations in two South Carolina counties. American Journal of Health Promotion, 18, 251-257.

Tahara, A., Schwartz, G., e Silva, K. (2003). Aderência e manutenção da prática de exercícios em academias. R. bras. Ci e Mov., 11, 7-12.

Tappe, M., Duda, J., y Ehmwald, P. (1989). Perceived barriers to exercise among adolescents. Journal of School Health, 3(4), 135-155.

Expectativas e exercício

Abril 2, 2010 Paulo Sena 1 comentário

O Marketing dos ginásios nem sempre é o mais adequado para atrair os clientes que necessitam dos programas de exercício físico, criando por vezes barreiras intimidatórias. Nesta linha, Brooks (1994) efectuou um estudo para averiguar as atitudes em relação ao exercício físico e à indústria do fitness (ver Tabela 1). A visão dos indivíduos sedentários sobre os ginásios não foi a mais agradável. Salienta-se aquilo que essas pessoas gostariam de ver nos centros de fitness: pessoas com vários níveis de condição física, pessoas de várias idades, equipamento de fácil utilização, limpeza e arrumação, profissionais de várias idades que ajudassem os iniciados, receptividade a todas as idades e níveis de condição física, atenção individual para desenvolver e monitorizar o progresso, aulas e treinos orientados para uma variedade de níveis de condição física, mais situações do tipo: “experimente antes de usar” (adesões de sócio à experiência), passes de visita a preços razoáveis, tácticas de vendas sem grande pressão e relativamente à publicidade, gostariam de ver exemplos com pessoas comuns e apresentação de resultados realistas.

Tabela 1.

A Visão dos Adultos Sedentários Sobre as Instalações de Saúde e Fitness

Impressões Desejos
Clientela
As pessoas que frequentavam os clubes eram muito diferentes delas.Os membros dos clubes eram descritos como: jovens, em forma e antipáticos.

Os homens comiam as mulheres com os olhos e evidenciavam a sua vaidade.

As mulheres cuidavam da forma como se vestiam e cuidavam da sua maquilhagem antes de treinarem.

Ampla variedade de níveis de condição física.Padrões simpáticos e aceitáveis.

Ampla variedade de idades.

Instalações
Gostavam da ampla variedade de equipamentos e das instalações.Tinham a impressão que os funcionários não tinham qualificações.

A limpeza e organização eram importantes.

Uma ampla variedade de actividades e equipamento.Equipamento de fácil utilização.

Limpeza e arrumação.

Pessoal
Preocupação com as qualificações do pessoal.Impressão de que o pessoal não tinha qualificações.

Alguns elementos do staff demonstravam indiferença para com aqueles que não estavam em forma.

Profissionais qualificados e com competências.Ajudem e aceitem os iniciados.

Faixas etárias de acordo com os clientes.

Treino e instrução.

Ambiente
O ambiente na maioria das instalações era demasiado social.Alguns nomes de instalações davam uma impressão de intimidação e pouca receptividade. Um ambiente não social.Receptividade a todas as idades e níveis de condição física.
Programas
Muitos tiveram uma experiência positiva com as aulas de aeróbica.Por vezes o ritmo da aula era demasiado rápido e a sua falta de condição física tornava-se embaraçosa.

Instrutores, positivos e atenciosos eram um componente crítico.

Atenção individual para desenvolver e monitorizar o progresso.Aulas e treinos orientados para uma variedade de níveis de condição física.
Custos
Comentários negativos no que diz respeito à forma agressiva de vender os cartões de sócio.Alguns sentiram que estavam a ser utilizadas práticas de negócio pouco éticas.

Referir um preço especial por um dia era desfavorável.

Mais situações do tipo: “experimente antes de usar” (adesões de sócio à experiência).Passes de visita a preços razoáveis.

Tácticas de vendas sem grande pressão.

Publicidade
Os modelos nos anúncios eram muito magros e pareciam pouco saudáveis.Os modelos não os inspiravam porque eram demasiado irrealistas. Apresentar pessoas reais (comuns).Apresentar resultados realistas.

Nota. Adaptado de: How consumers view health and sports clubs, por Brooks, C., 1994, Ann Arbor: International Health, Racquet and Sportsclub Association.

Outra orientação curiosa que reforça o trabalho anterior, é relatada por Lindgren e Fridlund (2000), que referem as percepções de um grupo de mulheres sedentárias, que expressaram a opinião que, muitos health clubs tinham una cultura excessivamente centrada em pessoas bem treinadas, na beleza física e em corpos magros, algo distinto de quem é fisicamente inactivo. A percepção, as expectativas, levam-nos a outro problema comum com os sócios dos ginásios, o excesso de confiança sobre a eficiência futura ou sobre o controlo futuro, que faz com que as pessoas paguem e não utilizem o ginásio. DellaVigna e Malmendier (2006) abordaram esse problema e num dos seus estudos, referem que, os consumidores que escolheram um contrato mensal tinham 18% mais de probabilidades de se manter como sócios durante um ano do que os sócios que se comprometeram anualmente. Os alunos esperam coisas fáceis em termos de esforço físico e resultados visíveis rapidamente. São precisamente essas expectativas demasiado optimistas dos praticantes inexperientes que podem levar ao descontentamento e desistência (Jones, Harris, Waller, e Coggins, 2005).

Em tom de brincadeira, aqui fica um anúncio televisivo de um ginásio Alemão. Cria expectativas? Cria uma imagem do tipo de pessoas que frequenta os ginásios? Poderá contribuir para criar barreiras?

Referências Bibliográficas

Brooks, C. (1994). How consumers view health and sports clubs. Ann Arbor: International Health, Racquet and Sportsclub Association.

Lindgren, E., e Fridlund, B. (2000). Motives for participation in sport and exercise among youg women. Sport Psychology Conference in the New Millennium.

DellaVigna, S., e Malmendier, U. (2006). Paying not to go to the gym. The American Economic Review, 96, 694-719.

Jones, F., Harris, P., Waller, H., e Coggins, A. (2005). Adherence to an exercise prescription scheme: The role of expectations, self-efficacy, stage of change and psychological well-being. British Journal of Health Psychology, 10, 359- 378.

O Ciclo Positivo e Negativo do Exercício

O cansaço ao final do dia é referido como uma das barreiras para não fazer exercício (Weinberg e Gould, 2006). Seja uma percepção errada da realidade ou um impedimento efectivo, origina a entrada num ciclo negativo. Quando se entra num desses ciclos negativos: o indivíduo está cansado, por isso não treina, consequentemente, atrofia e fica menos funcional por ausência de estímulo – torna-se ao longo dos tempos, um indivíduo que se cansa cada vez mais facilmente. E o ciclo repete-se. Os meses passam e a situação vai-se agravando. Para o inverter é necessária uma força de vontade intensa, um estado emocional diferente para vencer a inércia inicial, ou seja, passar de um ciclo negativo a um ciclo positivo: o indivíduo sente-se com energia – treina – volta a treinar e/ou tem tendência para ser mais activo – fica mais funcional e mais capaz. O ciclo repete-se, até porque, um indivíduo que aumenta a sua capacidade física, efectua as suas actividades diárias com uma percentagem mais reduzida das suas capacidades globais, ficando assim com uma reserva energética superior àquela que tinha quando não treinava, quando era menos funcional.

O ano novo não é boa época para mudar!!!

Les Très Riches Heures du duc de Berry; Janvier

Les Très Riches Heures du duc de Berry; Janvier (showing the day of exchanging gifts in January) Musée Condé, Chantilly

Luar de Janeiro não tem parceiro, mas o de Agosto dá-lhe no rosto.

Provérbio


Estamos a aproximar-nos do final do ano. Época de grandes festas. Época de muita comida, pouca actividade física, menos trabalho, mais ingestão calórica e menos gastos energéticos. Época de maior perda de músculo de maior atrofia de todos os sistemas… Quebramos as nossas rotinas de exercício, sono e alimentação. Para a maioria, a quebra é um desastre, porque agravam os maus hábitos de sono, alimentação e exercício. Para os que têm bons hábitos, podem ser umas pequenas férias.

É no mês de Dezembro, juntamente com o mês de Agosto que se registam os valores mais baixos de visitas aos ginásios. E a debandada começa logo nos primeiros dias de Dezembro (cá para mim o provérbio… É isso! Porque não pensamos nisso antes! O luar!!! A Lua não deixa treinar o pessoal!).

Deve ser por termos mais tempo disponível para pensar e reflectir, que decidimos sempre mudar no início do novo ano. Mudar tudo! Época de grandes decisões teóricas, mas… Grande azar! Escolhemos um dos piores períodos do ano para a mudança relacionada com exercício físico e alimentação. De facto, as circunstâncias não são as melhores.

Eis algumas das barreiras a superar:

  • O ano lectivo só termina em Junho. As empresas, as escolas, funcionam demasiado presas a um sistema que pára em Agosto e começa em Setembro. Aqui não posso mudar nada a não ser a atitude. Se estivéssemos no Brasil ou na Colômbia…
  • As férias grandes são em Julho/Agosto. Melhor nem pensar nisso! Falta tanto!!!
  • O bom tempo chega em Abril/Maio. Tá quase!
  • As festas implicam muita comida, muito açúcar e muita bebida… Calorias vazias. Vou escolher os melhores alimentos e reduzir as doses… Pode ser! Vou comer nozes e amêndoas e menos doces…
  • Abundam os chocolates lá em casa (item cada vez mais oferecido no Natal). Adoro chocolates!!! Os que me oferecerem guardo num cofre, ofereço a quem necessite… Quando se trata de chocolates, sou egoísta!
  • O dinheiro gasta-se em prendas e ficamos com pouco para gastar em mensalidades de ginásio ou comidas saudáveis (que estão cada vez mais caras). É melhor comprar menos coisas para as festas. Quanto mais comprar… Mais se come!
  • Faz um frio terrível! Só dá vontade de ficar em casa. Toca a vestir camisolas e sair para a rua. Vamos cantar as Janeiras!
  • A paisagem cá fora não é como a da Primavera. As cores da Natureza são pouco vivas e os animais que animam os espaços exteriores andam hibernados, escondidos, em metaforfose atrasada… Recuso-me a levar auriculares para a Natureza!
  • Os dias são mais pequenos. A melatonina anda doida no nosso corpo. Ai! Não sei que solução dar a este desafio! Acendam as luzes!!!!
  • Começa com grandes noitadas (dizem que são de despedida do ano velho; os meus amigos Espanhóis chamam-lhe “noche vieja”) e ciclos de sono completamente alterados.
  • Não há promoções nos ginásios. Então gente? Onde estão essas acções de promoção? E as de prevenção de abandono dos sócios?

E com todas estas circunstâncias escolhemos… Janeiro?!!! Primeiro mês do calendário (dizem que era o 11º mês do calendário civil para os Romanos)… Bonito luar… Mês do meu aniversário… Mas… Não é propriamente o mês mais indicado para mudanças relacionadas com o corpo. São demasiadas barreiras. Grandes desafios!

Porque não trocar pelo mês de Setembro? O início do ano deverá ser mês de persistência, de continuidade para vencer o mau-estar climático. Só mesmo se tivermos muita força de vontade. Fica bonito porque muda um dígito e porque se diz que no ano novo se começa vida nova… Que grande forma de começar para o nosso corpo. Com exageros alimentares, fechados dentro de casa… Hummm! As grandes mudanças no hemisfério Norte não se fazem em Janeiro. Ou será que sim?

Cá estarei para vos ajudar a ultrapassar as barreiras! Mas podiam ter escolhido melhor fase para mudar :) . Até porque… “Mudar” é fácil. Manter e melhorar é a chave do sucesso no exercício físico.

Boas Festas!

PS: Como vivo a meia dúzia de quilómetros da fronteira com Espanha… Vou mudar duplamente. Vou ao lado de lá e formulo os meus desejos. Depois regresso ao meu Portugal e volto a mudar! :)

Mestrado em Psicologia da Saúde Ocupacional no Instituto Superior da Maia

Setembro 4, 2009 Paulo Sena 1 comentário

A 14 de Agosto de 2009 foi aprovado o mestrado em Psicologia da Saúde Ocupacional no ISMAI. Prevê-se o seu funcionamento já no ano lectivo 2009/2010.

É o primeiro mestrado nesta área em Portugal, o 3º na Europa, e numa sociedade onde o crescimento das variáveis de risco psico-social parecem aumentar, e aliada à experiencia vanguardista do ISMAI na Psicologia da Saúde Ocupacional, acredita-se que possa ser referência em Portugal.

(Obtenha o desdobrável seleccionando este link Mestrado)