Ineficácia de exercícios abdominais realizados com a coluna paralela ao solo para fortalecimento do músculo reto abdominal. Parte II

Embora seja um dos exercícios mais usados no mundo, por praticantes de atividades físicas, os exercícios abdominais realizados com a coluna paralela ao solo ou o mais próximo disto quanto possível, segundo análises biomecânicas, são ineficazes para o fortalecimento dos músculos envolvidos na flexão da coluna. A razão disto é a variação inadequada da resistência que ocorre quando o atleta está na posição deitado.

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2 comentários em “Ineficácia de exercícios abdominais realizados com a coluna paralela ao solo para fortalecimento do músculo reto abdominal. Parte II”

  1. Pelo que entendi esse comentário se dirige mais ao amigo Paulo Sena por ter acolhido meu artigo em seu site.
    Mas mesmo assim, peço licença como autor, para fazer um breve comentário sobre suas observações, é claro com muito respeito a sua pessoa, pois quem publica na internet deve estar pronto a receber elogios e críticas também, e esse é meu caso, pois quando recebo críticas, desde que bem fundamentadas uso para crescimento profissional.
    Desculpe, mas não achei as observações bem fundamentadas, pois os dois artigos nasceram depois de 10 anos de estudo sobre variação da produção de força muscular e não tem nada a haver com “achismos” e opiniões pessoais, pois é basedo em estudos que começaram estudando as Nautilus e MED-X de Arthur Jones passando por ENOKA, e muitos outrso pesquisadores renomados, até chegar a estudos de um profesor Russo (atraves da NET), que aliás, muito contribuiu em minhas indagações. Ainda, estes artigos sobre abdominais falam por si, e estão bombamdo na internet, com milhares de acessos, aqui no Brasil, Argentina, Portugal e creio que até em países de lingua inglesa. Nem todos, mas com certeza, muitos profisssionais do movimento, tem revisto suas maneiras de prescrever exercícios abdominais após estudá-los.
    Agora, obviamente nem todos concordaram com eles.
    Quanto a boa terminologia ” decúbito dorsal” de maneira nenhuma poderia ser usada, pois como a ação da gravidade (força), age nos corpos sempre perpendicular ao solo, eu precisava de uma referência com relação a quem?, ao solo, obviamente, e se ler com atenção, o artigo menciona que os abdominais são ineficazes com a coluna perpendicular, de novo,” ao solo”.
    Já em pranchas inclinadas eu disse que o exercício é bem mais eficiente.
    Pergunto: Quando o aluno (atleta) se deita em uma prancha inclinada, para fazer abdominais a boa terminologia, não seria decubido dorsal também ? Então? Outra razão para ter usado o termo “coluna paralela ao solo” é que não importa se o aluno estiver em cima de uma bola, de um tatame, de uma mesa, ou esteja simplismente no solo(chão); Se ele estiver com a coulna ou o tronco paralelo ao solo, em minha opinião obviamente, como dito, o exercício não será eficaz para fortalecimento muscular.
    Uma prova que o artigo é atual e fonte de estudos, é que a maioria das grandes empresas mundiais produtores de equipamentos de musculação (as melhores somente), usam um sistema de resistência (ascendente) que promove uma resistência muito próxima de pranchas inclinadas e cabos, como foi ilustrado nos artigos, e bem diferente da resistência gerada em exercícios abdominais no solo. Não citarei nomes, mas uma empresa americana criou a cerca de dois anos um equipamento abdominal que usa cabos como resistência da mesma forma com que ilustrei.
    Cumprimento
    Roberto G. Radaelli

  2. Estranho o acolhimento deste artigo, imagino que você publique coisas com as quais concorda ou assinaria embaixo. Este artigo, bem como seu antecessor, é pleno de “achismos” e opiniões pessoais sem embasamento teórico. Em nome da biomecânica (??) , que o autor parece usar ao seu bel-prazer e muitas vezes erroneamente, se tiram conclusões inclusive perigosas em relação às alternativas de exercícios aos ïneficazes “”abdominais com a coluna paralela ao solo” ou, como normalmente se diria, em boa terminolagia “em decúbito dorsal”
    É de se perguntar, ao final de tudo isto? Então bilhões de pessoas estão sendo mal atendidos pelos “profissionais do movimento”? Não creio, pois sobram argumentos para questionar os presentes artigos.

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